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Cobrança na Pedra do Baú passa a ser individual

Medida começou a valer nesse final de semana e o valor cobrado é de R$10,00 por pessoa
postado por jornalismo em   20/07/2017

No dia 3 de julho, por meio de um comunicado oficial publicado no site da Prefeitura Municipal de São Bento do Sapucaí, a administração informou que Taxa de Preservação e Compensação Ambiental deixaria de ser por veículo e passaria a ser cobrado individualmente. A mudança não aconteceu em primeiro momento devido ao atraso da entrega da obra onde seria feita a cobrança, mas começou a vigorar nesse último sábado, 15 de julho.

O preço cobrado é de R$10,00 por pessoa e os moradores do município continuarão isentos. Mas, para isso, será necessário ir até a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, localizada na Prefeitura Municipal, possuindo um comprovante de residência (conta de água, luz ou telefone) para a criação de uma carteirinha individual. Caso o morador vá visitar a Pedra do Baú sem possuir essa identificação, a taxa será cobrada.

Taxa de Preservação e Compensação Ambiental passa a ser individual no Complexo Pedra do Baú. Foto: Erik Cunha

Taxa de Preservação e Compensação Ambiental passa a ser individual no Complexo Pedra do Baú. Foto: Erik Cunha

A taxa de cobrança individual já havia sido anunciada em dezembro de 2016 e passaria a valer no início desse ano, mas foi suspensa pela nova administração devido a falta de condições operacionais e estruturais em decorrência das obras no local (construções de guarita e sanitários) e da falta de divulgação da nova taxa de cobrança.

Apesar da nova taxa de cobrança ter sido anunciada, ainda não há previsão da liberação do acesso pela face sul do Baú, que está interditado desde Junho de 2016. De acordo com o gestor do Monumento Natural Pedra do Baú (MoNa), Thiago Rocha Miranda, o processo de desinterdição não é tão simples, já que esbarra nos problemas financeiros que se encontra a prefeitura do município. “Para poder desinterditar o acesso é necessário fazer o estudo de mecânica de rochas e estabilidade de maciços rochosos e está meio complicado conseguir esse estudo por conta de valores e da elaboração do termo de referência, por isso ainda não conseguimos desinterditar e fazer a manutenção das escadas, por enquanto o que está sendo feito é tentando a reforma da face norte para melhorar a segurança”, explicou.

No entanto, mesmo interditado, o acesso pela face sul continua a ser utilizado por turistas que chegam ao Baú por trilhas alternativas, ou que ainda sobem pela face norte e tentam descer pela face sul, já que por essas vias há pouca sinalização sobre a interdição e sobre as pedras que estão se desprendendo da rocha, gerando o risco de acidentes graves no local.


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